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14.07.09

Meus caros, a noticia que hoje partilho convosco é deveras incrivel, roça a barreira do impossivel!

 

"Dizer asneiras alivia dores."

 

Ora então um senhor estudioso, da Escola de Psicologia da Universidade de Keele, aqui pertinho na Inglaterra, decidiu fazer um estudo (claro, com voluntários!) para testar esta sua teoria de que dizer asneiras pode ser de facto proveitoso a nivel fisico.

(sim porque proveitoso a nivel emocional ninguém tem dúvidas pois não? Digam lá se depois de um valente f***- se não nos sentimos mais aliviados? E quando mandamos muito baixinho  o nosso chefe á m***, não fazemos melhor o trabalho?)

 

Este senhor Dr. Richard Stephens pegou numas quantas alminhas pobres e imaginem só o que fizeram? Bom, colocaram as mãos dentro de baldes de água com gelo e deitavam cá pra fora uma asneirola.

Depois voltavam a repetir a dolorosa e penosa acção (repito, balde com gelo) mas desta vez teriam de escolher uma palavra relacionada com a temática de uma mesa ( absolutamente genial).

 

O resultado? Surpreendente: as alminhas voluntárias suportavam mais 40 segundos quando diziam palavrões e também sentiam menos dor. O ritmo cardiaco aumentava, devido ao aumento da agressividade, o que acabaria por reduzir a dor.

 

Eu acho este estudo fantastico, aliás, um contributo importantissimo, mas este senhor não foi pioneiro. Nós por cá já dizemos asneiras á muito tempo. É asneira no trânsito, no emprego, com os amigos, quando estamos sóbrios, quando estamos bêbedos, quando nos aborrecemos e até mesmo quando estamos felizes!

Senão reparem: "F***-se, perdi a m**** do autocarro..." ou "Fui aumentando ca****!!!!"

 

Portanto, e como conclui o estudo, o uso de palavrões existe há séculos e é quase um fenómeno linguistico universal - bora lá continuar a dizê-los.

Educação?Respeito? Mas o que é isso c******?

 

Temo que um dia o por favor, no fim de um pedido, seja substituido por um desses palavrões e que nos andemos a insultar todos, só porque temos dores de cabeça.

 

Ah, o estudo diz também que que estes mesmos palavrões « mexem com o centro emocional do cérebro e parece crescer no lado direito do cérebro enquanto que a produção linguística (entenda-se as palavras que dizemos habitualmente que nos permitem falar) cresce no lado esquerdo». Erro...os palavrões a mim mexem-me mais com o sistema nervoso e quanto á lateralidade das coisas...o meu lado direito nunca produziu nada.

 

Lamento, vou continuar a tomar comprimidos para as dores!

 

 

Até Já

Bu

 

 

sinto-me: esquesito
publicado por vidaebuba às 01:26

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